domingo, 20 de maio de 2012

Red Bull na fita - Release

Um evento para ficar guardado eternamente na mente daqueles que participaram e prestigiaram este evento na tarde do sábado no Parque Marinha do Brasil, em Porto Alegre (RS).

O Red Bull na Fita superou todas as espectativas em relação a organização e beleza.

O público presente teve a oportunidade de ver uma estrutura muito bem montada, atletas voando na fita e aquele solzinho pra alegrar o dia.

Atletas de diversos lugares do Rio Grande do Sul , inclusive um catarinense vindo direto de Blumenau, aterrisou em terras gaúchas para prestigiar o evento.16 atletas participaram do evento.

No final, quem ficou com o título foi o atleta Nathan Herrmann, seguido de Diogo Fernando de Blumenau e na terceira colocação ficou o atleta Gabriel Saraiva.

Parabéns aos organizadores, Vinicius Saraiva e familia Slackproof, Samuel Barreto (Red Bull) pelo convite de eu poder atuar como juíz neste evento, ao Guilherme Behr (grande parceria no difícil trabalho de julgar os atletas), aos atletas que abrilhantaram o dia, aos fotógrafos, ao público presente e aos apoiadores e patrocinadores.
Red Bull, Slackproof, Trópico, Oggio, HMídia, Kzuka e Prefeitura de Porto Alegre.

Espero que este seja o primeiro de vários, neste momento único e histórico para o slackline e para o esporte no Rio Grande do Sul e no Brasil.

Crédito das fotos: Felipe Bozzetti e Lucas Saporiti.









quarta-feira, 16 de maio de 2012

Red Bull na Fita, próxima sábado (19/maio/2012)



Agora vai.

Devido às chuvas que impediram que o evento acontecesse, agora vai.

É neste sábado (19 de maio de 2012) no Parque Marinha do Brasil, ao lado da pista de skate.

Todo mundo lá a partir das 16 horas.

Sol, chimarrão, bergamota e muito slackline.

segunda-feira, 7 de maio de 2012

4º Encontro de Montanhismo Salto Ventoso é no próximo final de semana (12/13 de maio)


Vamos lá galera, no próximo final de semana acontece no Salto Ventoso, em Farroupilha (RS) a quarta edição do Encontro de Montanhismo Salto Ventoso.

Vamos confirmar a presença e fazer uma grande festa.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

RED BULL NA FITA - No próximo sábado, 28/04/2012


RED BULL NA FITA !!!

A competição que coloca dois participantes, um de cada vez, por dois minutos em cima de uma fita. Aquele que tiver mais equilibrio e mandar as melhores manobras, passa para os próximos duelos até a grande final.

ASSISTA E FIQUE COM VONTADE DE SER O PRÓXIMO !

Data: 28/04/2012
Horário: 16 horas
Local: Parque Marinha do Brasil (ao lado da pista de skate)

Curadoria: Slackproof
Apoio: Ogio e Trópico

quinta-feira, 12 de abril de 2012

1ª Semana Brasileira de Montanhismo precisa de ajuda

Em duas semanas, acontecerá o maior evento do montanhismo brasileiro - a Semana Brasileira de Montanhismo, onde estão sendo planejados diversos eventos para celebrar e preservar a cultura do montanhismo e da escalada no Brasil e ganhar a força necessária para continuar com a prática da escalada e do montanhismo.
 
Porém, o evento não recebeu tanto patrocínio como havíamos imaginado ou desejado. Por isso, precisamos nos unir como comunidade para poder juntar parte do que ainda precisamos para fazer o evento como ele foi planejado e, assim, conseguir atingir os objetivos que estamos traçando (ganhar acesso, demonstrar força e celebrar).
 
Precisamos juntar entre doações e inscrições R$100 mil. Para isso, a SBM precisa do seu apoio em duas frentes:
 
1 - Faça sua inscrição - O número de inscritos deve ser um número significativo para mostrar que não estamos representando "meia dúzia" de pessoas e sim uma parcela significativa da nossa sociedade. Nosso objetivo é ter 1.000 inscrições do Brasil inteiro: das pessoas que participarão dos eventos internos, dos que participarão dos eventos externos ou até dos que não poderão estar presentes. O importante aqui é apoiar o evento!
O valor das inscrições é também importante para a organização poder arcar com parte dos custos envolvidos em um evento desse porte. O apoio financeiro com a sua inscrição te dá acesso às palestras e mesas do congresso e possibilita o evento como um todo. Sem o valor que podemos arrecadar com as inscrições não poderemos seguir com a programação externa e gratuita como está atualmente. O evento é um só.
 
2 -  Faça uma doação para a SBM - estamos lançando a campanha de doação para a SBM. Pedimos para que todos pensem o que significa a montanha para vocês e quanto vale a sua escalada. Cruzem isso com a sua possibilidade financeira e analizem o quanto você poderia doar. R$300? R$500? R$1.000? R$30?. Precisamos juntar R$50.000 em doações até o dia 20 de abril, se não teremos que começar a cortar custos e, possivelmente, eventos.
 
A SBM é um investimento na sua escalada! Invista nela também!
 
Para doar, acesse: http://www.semanademontanhismo.com.br/apoio-e-inscricao/doacoes-voluntarias. Ou faça um depósito no Banco Itaú Agência 0300, C/C 24100-7, CNPJ.: 07.303.337/0001-17, Favorecido:  CBME - Confederação Brasileira de Montanhismo e Escalada, ou online http://www.semanademontanhismo.com.br/apoio-e-inscricao/doacoes-voluntarias. Lembre-se de deixar seu nome e CPF ou enviar essa informação para tesouraria@cbme.org.br (Doações são isentas do imposto de renda, por isso é importante que você nos envie este email), ou entregue sua doação para alguém da comissão de organização ou a pessoa responsável no seu clube.
 
Para apoiar com sua inscrição - acesse http://www.semanademontanhismo.com.br/apoio-e-inscricao
 
As montanhas e a SBM agradecem!
 
CBME

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Tá com frio? Não se encolha ! Relato do cume do Fitz Roy por Antonio Nery




Falta 300 metros pro cume, resolvendo problemas de blocos, uma agarra move-se, caio 2 metros em um pequeno platô. A última proteção estava muito abaixo, por sorte foi um pouso suave, apenas cotovelo dolorido e segue tocando arriba. Meia hora mais tarde,  após 48 horas de escalada, estava apreciando a vista magnífica a partir do Campo de Gelo - Cerro Torre, El Chalten, Lagos, picos - num dia  perfeito e claro. Era 23 de fevereiro, 6:00hs da tarde. Duas horas antes os brasileiros Fabinho, Chiquinho, Erminio e Nativo ja tinham pisado no cume, eles fizeram a via Mate, Porro e Todo lo Demas no Pilar Casarotto. Foram 9 brasileiros que fizeram o Fitz neste dia.
Cheguei em El Chalten no dia 03 de fevereiro com o mau tempo, a temporada estava sendo boa em muitos aspectos. Boas janelas de bom  tempo, muita polêmica sobre a Rota Compressor no Cerro Torre, onde os Americanos arrancaram os grampos do Maestri – mandaram muito bem no meu ponto de vista, o  Cerro Torre está de volta à sua natureza! Temporada de tragédia também. A escaladora canadense Carlyle Norman perdeu a vida  alto na via Last Gringo Standing na Saint Exupery, devido à queda de um bloco. Uma equipe forte, com ajuda de helicóptero da Red Bull tentaram um resgate sem sucesso. Eles tiveram que recuar  devido ao mau tempo. Carlyle foi encontrada mais tarde  no glaciar na base de Saint Exupery. A família desistiu de resgatar o corpo.
As duas primeiras semanas de fevereiro, com tempo ruim, foram para fazer boulder e festa. Ratinho, que ja estava de cabeca feita, foi um dos companheiros de trago, ele ja estava com figado pra la de Bagda, mas da’-lhe Termidor (vulgo Terminator, vinho de caixinha). El Chalten oferece um  granito perfeito, muitos problemas com os graus  consolidados por muitos escaladores fortes de todo o globo. Anualmente, o Clube Andino El Chalten organiza um Festival de Boulder, com muitas atrações como slackline, comida, música, diversão e escalada. Tempo para ver os amigos e desfrutar de churrasco de cordeiro patagônico e mate. El Chalten é uma vila jovem fundada na década de 80, quando Argentina e Chile ainda lutavam pelo Lago del Desierto e  FitzRoy. Os nativos da regiao sao  os  Tehuelches e  deram o nome ao Monte Fitzroy de Chalten que significa "montanha que fuma". No início, eles acreditaram que Chalten era um vulcão devido à nuvem que sempre sopra como fumaca no topo.
Eu fui para a Patagônia apenas por três semanas e meia, o que nao é muito tempo. Normalmente, os escaladores passam 2 meses à espera de bom tempo. Acreditando na tecnologia de hoje as chances de sucesso numa escalada aumentam muito. Muito diferente do passado quando você apenas olhava para o céu. Sites como o NOAA e WindGuru  podem lhe dar uma confiança de quase 100% quando a janela vai vir. Duas semanas depois, após muitas Terminators, uma janela de um dia e meio, curta e fria, não o suficiente para tentar algo grande, mas o suficiente para ir para Guillaumet, um dos picos satélites do FitzRoy. Nós escolhemos a via Brenner-Moschioni 350m 6c, um cume massa, fendas perfeitas, granito amarelo. Cinco horas de caminhada leva a Piedras Negras,  acampamento que fica duas horas da base da Guillaumet. Subimos em 12 horas de acampamento a acampamento estilo alpino. Um bom começo, la de cima você tem a vista da Mermoz  e FitzRoy queparecem tão perto e do bonito glaciar do Paso Superior, alem da  Poincenot. Depois da escalada,  deixamos nosso equipamento pensando em voltar para tentar a face oeste da FitzRoy.
Hora de voltar para a vida del Pueblo. Chegando na cidade não deu  tempo pra pegar o vinho, uma previsao de cinco dias de tempo bom ja estava comecando. Era a longa "ventana" que estavamos esperando. Sem hesitar, descansamos por um dia, comemos aquele churrasco de cordeiro patagônico fornecido pelo nosso amigo  Claudio, morador de chalten dono do  Restaurante El Muro e tocamos arriba de volta pra Piedras Negras, agora muito leve e descansados.
Nosso plano era escalar a Afanassieff  2300m (1600m de escalada) 6c. Escalada longa de dificuldade moderada. Nos primeiros 800m a rocha e’ mais decomposta, muitos blocos soltos, resolução de problemas e um pouco de escalada mixta dependendo das condicoes, uma verdadeira aventura. Nós éramos cinco brasileiros, divididos em duas equipes, Formiga, Neto e Chuck, Fafa’ e eu, três sacos de dormir, um jet-boil e quatro cordas. Leve e rápido começamos a escalada na tarde de terça-feira, depois de 10 enfiadas  paramos para o primeiro bivaque.  O tempo estava bom, mas frio durante a noite, a temperatura chegava facilmente a -7. À noite podemos acompanhar as luzes de dois escaladores subindo pela Mate, Porro e Todo Lo Demas, via no Pilar Casarotto, eram dois norte-americanos do Bishop. Com certeza nao era para nos escalar de noite, com uma janela grande de tempo bom davamos o privilégio de ficar em nossos sacos de dormir para somente escalar ao disfrute do sol.
No Segundo dia na parede queriamos chegar ate o proximo bivaque. Escalamos o dia inteiro, uma placa vertical de 300m,  às vezes um pouco de terreno fácil, algumas enfiadas com um pouco de neve dura. Por volta de 22:30 chegamos no crux, uma fenda num diedro levemente negativo. Devido ao tempo, ao frio e a noite que chegava escalamos essa enfiada em artificial. Na nossa frente iam tres argentinos de El Calafate, Manza. Paula e Manu. O trio argentino praticamente estava sempre uma hora de escalada na nossa  frente. Faltava duas enfiadas geladas para o bivaque quando decidimos parar e bivaquear sentados desconfortavelmente mesmo. Podiamos ouvir os gritos dos argentinos que chegaram no bivaque bom: “Vengam! Hay espacio para todos!” Mas nesse momento ja estavamos enfiados nos sacos de dormir batendo os dentes.  Todos os cinco sentados juntos para se aquecer, com uma vista para o vazio ao lado da parte final da Supercanaleta, via em  gelo que foi escalada em 1968 por Fonrouge e Comesana. Hora para pensar nas condicoes de escalada na epoca, sem tecnologia de previsao do tempo e com roupas de lã, os verdadeiros pelo duro.
Como a Afanassieff fica na face oeste, o sol apenas batia nos após meio-dia, o que nos tornou realmente difícil começar na manhã seguinte. Depois de agitar os músculos, escalamos uma enfiada com neve ate o plato do bivaque. La estavam os argentinos, era um plato coberto de gelo. Paramos ai um pouco para nos reorganizar, comer, derreter um pouco de neve, reaquecendo da noite fria. Deste ponto para cima sao 400m de blocos fáceis, formações de gelo muito louca. O corpo está cansado mas ligado no modo escalada, subimos sem parar. De repente uma agarra gira, eu caio dois metros num pequeno plato de 2 metros quadrados. Sorte, porque a ultima protecao estava la pra baixo. Levanto com a roupa rasgada da queda, os dedos estao formigados do frio, segue o baile.
“Kmonn, you almost there guys!” Sao os Americanos que ja estao descendo do cume procurando o rapel. Ouvir as vozes dos parceiros revigora a energia, podemos ver o fim, ja era, subimo o negocio. Chaltennnnnn! @tchommmmmm! E’ quinta-feira 18:00, vista para o Lago Viedma, El Chalten, Campo de Gelo Continental, Macico do Torre, infinitos picos, glaciares e lagunas. O cume do FitzRoy é como uma meseta, há algumas notas sob umas pedras. Eu deixo la’ um carrinho do meu pequeno Harvey que estava de aniversario em alguns dias. Pra minha surpresa ja’ havia la’ uma pequena  F1 congelada. Tirei algumas fotos, celebramos e continuamos para rapelar a Franco-argentina na face sudeste.
A linha de descida não é fácil de encontrar, rapeis na diagonal, muito fácil de se perder, o que aconteceu 5 rapeis pra baixo. Seguimos uma linha de rapeis que nos levou a um lugar sem  saída, na direcao do glaciar de la Silla. Escureceu e decidimos parar para outro bivaque não planejado. O dia seguinte amanheceu com um mar de nuvens incrivel. Fizemos uma travessia para a direita e encontramos a linha novamente. Oito rapeis mais e estávamos na base da Franco-argentina. Neste momento havia tres coreanas se preparando para entrar na via, pedimos pra elas fixarem 120m de corda e rapelamos a rampa de gelo da Silla, o que nos fez poupar um pouco de tempo. Antes de descer a Brecha dos Italianos demos mais uma paradinha junto com os argentinos que agora estavam sem o fogareiro que derrubaram na parede. A Brecha e’ conhecida como um lugar perigoso para rapelar, muitos blocos soltos e muitos acidentes no passado. Mas passamos ai sem problemas. A Rimaya da brecha estava bem estranha devido ao final de temporada.
  Atravessamos o Paso Superior ate as covas de gelo e continuamos com intencao de chegar pra noite em Chalten, afinal e’ sexta-feira. Mas chegando no acampamento Rio Blanco decidimos dormir, no dia seguinte chegamos em Chalten pela manha. E da’-lhe Terminators, comemoracao. Nesta noite tava Rolando uma festa a fantasia. Sem parar no dia seguinte vou direto da festa pra rodoviaria pegar o ônibus pra El Calafate e  vôo de volta pra  Austrália. Com os dedos das maos e pes anesteziados entrei no avião muito feliz ... tudo fechou certinho na trip.


Muito importante escalar na Patagônia em cordadas de três ou mais, e’ mais seguro e um motiva o outro nas horas que mais precisa. O lugar não oferece nenhuma chance de resgate se o clima e’ ruim, nada pode dar errado.


Em 1976 Jean Afanasieff and Abert tentaram a linha junto com Patrice Bodin. Eles fixaram os primeiros 300 metros, e entao escalaram os restantes 1300m em estilo alpino. Alcancaram o cume no quarto dia. No terceiro e quarto dia eles escalaram no meio de uma tempestade que descreveram, “o ambiente e’ demoniaco, com a impressao de escalar com um 747 sobre nossas cabecas.” Eles desceram pela via fazendo 45 rapeis em dois dias. A ascencao deles foi muito significativa, um passo importante para a escalada na Patagonia devido ao desprendimento que escalaram com tao pouco equipamento, sem sacos de dormir, cordas fixas… Eles produziram um filme nesta escalada. Jean Fabre describes the conditions, “Je n’ai jamais connu de montagne plus réberbative que le Fitz Roy un jour de tempête. Si les Grecs de l’Antiquité avaient practiqué l’andinisme, ils auraient fait siéger Eole au sommet d’El Chalten et ca puissance aurait sans doute détrôné la foudre de Jupiter...”
Isso ai galera valeu, qualquer coisa tamos ai.
aanery@hotmail.com Facebook Antonio Nery
@tchommmmmm! Conexaooooo

terça-feira, 6 de março de 2012

1º Open de Escalada da Serra Gaúcha - Release

O último sábado da Festa Nacional da Uva reservou um ótimo dia para a realização do 1º Open Serra Gaúcha de Escalada Esportiva! Muito bem acertada a transferência da data do dia 25 de fevereiro para 03 de março, em função das previsões climáticas, o campeonato realizado no Parque de Eventos da Festa Nacional da Uva, em Caxias do Sul teve uma boa participação dos atletas da região, além da grande exposição para os mais de 30 mil visitantes da Festa. Confira abaixo um breve relato do evento!

08:30hs da manhã, céu azul, temperatura agradável e toda a equipe da organização pronta e motivada para encarar a maratona do 1º Open Serra Gaúcha de Escalada Esportiva. No horário determinado os competidores da categoria Amador começaram a chegar para retirar sua credencial e iniciar a preparação para encarar as vias propostas pelo Route Setter Jimerson, conhecido por todos como "Jimão". Para a maioria dos competidores, o primeiro contato com o muro chegou a ser assustador, visto a estrutura muito bem montada, dividida em 07 metros de vertical, 07 metros de negativo muito forte (acima de 45º) e 03 metros de teto!

Como bons cavalheiros, a categoria Amador Feminina foi a primeira a testar os desafios propostos pelo Route Setter. Foram 03 vias bem atléticas, escaladas por todas competidoras, sendo levada em consideração para a classificação apenas as 2º e a 3º vias, onde a caxiense Isadora se deu bem. Logo após iniciou-se a categoria Amador Masculino, que contava com 14 atletas de várias cidades. Foram propostas 03 vias, sendo as primeiras duas escaladas por todos atletas e a via final escalada apenas pelos 05 melhores colocados na segunda via. Motivados pelos gritos e aplausos das acompanhantes e dos expectadores, a final foi marcada por uma via atlética, com quedas emocionantes! Quem se saiu melhor foi o escalador da terra do galo Everton!

Às 16hs iniciou-se a categoria Profissional Feminina, que infelizmente contou somente com uma atleta, o que não afetou a motivação da caxiense Lilian, e mandou muito bem em suas 03 vias, deixando muitos marmanjos com complexo de inferioridade! Logo após entraram em cena os escaladores da Profissional Masculina, misturando atletas da velha guarda (não citaremos nomes para não haver constrangimentos) e a juventude dos novos monstrinhos da região, num clima de muita diversão e um pouco de nervosismo. Foi decidido que todos atletas escalariam as 3 vias, sendo levado em consideração para desempate a segunda via, e a melhor performance na via final consagraria o campeão. As duas primeiras vias seguiram o estilo tranquilo no vertical e atlético no negativo, sendo reservada para a via final, todos os ingredientes de uma bela decisão! Início técnico e maroto, um movimento dinâmico na entrada no negativo com sequência bombante até o final e o teto com poucas agarras para acabar com os braços, foi o que os atletas encontraram como desafio, sendo mais feliz o jovem e talentoso escalador da "casa" Ariel, que foi o único a finalizar a via com muita vibração e aplausos do público!

A premiação foi um show a parte, sendo o primeiro campeonato da região a premiar os atletas até o 5º lugar e distribuindo brindes a todos os participantes. Para a categoria Profissional a premiação foi “dindin” em espécie e para a Amador foram ótimos prêmios, finalizando com chave de ouro essa grande festa!

Confira a classificação completa das categorias!

AMADOR FEMININO:
1º - Isadora Demoliner (Caxias do Sul)
2º - Renata Dal Corno (Caxias do Sul)
3º - Karoline Gilioli (Caxias do Sul)
4º - Gabriela Bertol (Bento Gonçalves)
5º - Luciana Zang (Porto Alegre)

PROFISSIONAL FEMININO:
1º - Lilian Tsuhako (Caxias do Sul)

AMADOR MASCULINO:
1º - Everton Toigo (Flores da Cunha)
2º - Gustavo Aver (Caxias do Sul)
3º - Mateus Scopel (Caxias do Sul)
4º - Anderson Pacheco (Caxias do Sul)
5º - Emerson Ribeiro (Bento Gonçalves)
6º - Cauê Prataviera da Silva (Caxias do Sul)
7º - Rafael Redaelli (Caxias do Sul)
8º - Eduardo Hoffmann (Caxias do Sul)
9º - Emílio Batista (Caxias do Sul)
10º - Francesco Ghizzo (Caxias do Sul / Itália)
11º - Giuliano Dal Bó (Caxias do Sul)
12º - Samuel de Souza (Porto Alegre)
13º - Guilherme Bavaresco (Caxias do Sul)
14º - Guilherme de Souza (Porto Alegre)

PROFISSIONAL MASCULINO:
1º - Ariel Ribeiro (Caxias do Sul)
2º - Bruno Milani (Bento Gonçalves)
3º - Rogério Censi (Caxias do Sul)
4º - Matheus Corrêa (Caxias do Sul)
5º - Guilherme Cansan (Caxias do Sul)
6º - Juliano Perozzo (Caxias do Sul)
7º - Lucas Araújo (Caxias do Sul)

Agradecemos mais uma vez toda a equipe envolvida na realização, as empresas apoiadoras e patrocinadoras e claro, todos os competidores que fizeram deste um dos melhores campeonatos já realizado na Serra Gaúcha!

Apoiadores:
ACM - Associação Caxiense de Montanhismo
ANDAIMES REIS
COPITEC
MT DIGITAL

Patrocinadores:
4 CLIMB
AGARRAS SAURO
BIG WALL Equipamentos para Aventura
CURTLO
DEUTER
GUENOA Bikes e Apetrechos
KAE Equipamentos Eletrônicos
LÉO TINTAS
MAXXIBOLT Componentes para Fixação
SMEL - Secretaria Municipal de Esporte e Lazer
SOLO
SUL TORRES Estruturas Metálicas
RUPESTRE TURISMO
VIA BELLA Multimarcas

Realização:
JIMÃO CENTRO DE ESCALADA
FESTA NACIONAL DA UVA 2012

sexta-feira, 2 de março de 2012

Open de Escalada da Serra Gaúcha é este final de semana

O evento que deveria ter acontecido no final de semana e foi transferido devido à chuva, acontecerá neste final de semana.

Então, todo mundo rumando pra serra pessoal.



sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Adiado o 1º Open Serra Gaúcha de Escalada

Isto mesmo, o campeonato foi adiado para o dia 03 de março de 2012, próximo sábado.

Devido ao mal tempo que está rolando aqui no estado, está marcando chuva para amanhã.

Vai dar tempo para o pessoal dar mais uma treinada.

Bom final de semana a todos.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Mountain Voices 123 - Disponível para download


MOUNTAIN VOICES é um informativo bimestral, em formato tablóide, de circulação dirigida aos excursionistas brasileiros, sem fins lucrativos, e patrocinado pelos anunciantes. Seu objetivo é aumentar a pratica deste esporte no Brasil, em suas várias modalidades: montanhismo, espeleologia e escalada. Pede-se intercâmbio. Reprodução somente com autorização dos autores e desde que citada a fonte. Não temos matérias pagas. O Mountain Voices é um jornal criado por Eliseu Frechou.


Nesta edição a seção internacional, vem sob autoria da minha amiga Alessandra Arriada.


Na matéria sobre o Brasileiro 2011, quem escreve é o escalador André Berezoski.


Luciano Fernandes fala sobre os festivais de filmes outdoor pelo mundo.


Filipe Rochi fala sobre o Morro da Mina.


Tem mais sobre São Bento do Sapucai por Eliseu Frechou e Mallorca por Flávio dos Anjos.


Ficou curioso? 


Acessa lá que está disponível para download:
http://www.extremos.com.br/noticias/120214_mountain_voices_123/PDF/mv123.pdf